Funcionário de empresa indonésia desviou US$ 3,1 milhões para financiar farra de jogos – Polícia
Um gerente de empresa indonésia desviou mais de US$ 3,1 milhões de seu empregador para financiar jogos de azar online, informou a polícia da Regência de Dairi. O homem, identificado como WG, forjou um roubo para ocultar o furto.
Farsa do assalto
De acordo com as autoridades locais, WG, que ocupava um cargo de gerência, recebeu de seus superiores o equivalente a 297 milhões de rúpias indonésias (cerca de US$ 19 mil) em fundos da empresa. No entanto, em vez de utilizar o dinheiro para os fins corporativos, ele o desviou para contas de jogos online. Para encobrir o crime, WG simulou um assalto violento, alegando ter sido vítima de roubo durante o transporte dos valores.
A polícia, ao investigar o caso, descobriu inconsistências no relato do gerente e, após análise de registros financeiros e transações digitais, concluiu que o dinheiro havia sido transferido para plataformas de apostas. O valor total desviado, segundo os investigadores, ultrapassa US$ 3,1 milhões, acumulado ao longo de um período não especificado.
Contexto regional
O caso ocorre em meio a um aumento de crimes financeiros relacionados ao jogo na Indonésia, onde o jogo online é amplamente proibido, mas ainda acessível por meio de sites estrangeiros. Especialistas apontam que a falta de regulamentação e a facilidade de transações digitais têm facilitado desvios em empresas, especialmente quando funcionários têm acesso a grandes somas de dinheiro.
WG agora enfrenta acusações de peculato e falsidade ideológica, podendo pegar até 20 anos de prisão, conforme a legislação indonésia. A empresa afetada, cujo nome não foi divulgado, informou que está revisando seus controles internos para evitar novos incidentes.
Jogue com responsabilidade. O jogo é destinado a maiores de 18 anos.